PRIMEIRO LIVRO
Os capítulos do Primeiro Livro não possuem título independente de conteúdo dado no texto, enquanto que os dos Segundo e Terceiro Livros possuem, o que me levou a colocar aqui os títulos dos capítulos do Primeiro Livro em parênteses.
S. L. MacGregor Mathers
PRÓLOGO
(O Primeiro Livro deve ser considerado como introdutório aos dois outros, que constituem a efetiva magia original ensinada por Abra-Melin) Pg. 1
CAPITULO I
As razões de Abraão para conceder ao seu filho Lamech esta obra como um legado) Pg. 3
CAPITULO II
(Seu pai Simão lhe contara algo da Qabalah. Da magia do rabino Moisés de Mogúncia e de quão tremendamente inferior era esta comparada a Magia Sagrada de Abra-Melin) pg. 4
CAPITULO III
(Início das viagens de Abraão, o Judeu. Sua ida a Mogúncia em Vormatia (o distrito sob governo de Worms) para estudar junto ao rabino Moisés durante quatro anos. Faz então amizade com um jovem judeu boémio chamado Samuel. Resolvem viajar juntos para Constantinopla com a intenção de visitar a Palestina posteriormente. Iniciam sua viagem em 13 de fevereiro de 1397, atravessando a Alemanha, a Boémia, a Áustria, a Hungria e a Grécia, finalmente chegando a Constantinopla, onde permanecem dois anos e Samuel morre. Abraão, o Judeu viaja então para o Egito, onde per-
CAPÍTULO IV
(Abraão, o Judeu começa a jornada de retorno, viajando pela Arábia Deserta e a Palestina para o interior do Egito. Aqui aloja-se com um velho judeu chamado Aarão, numa pequena cidade chamada Arachi, situada às margens do Nilo. Relata a Aarão suas numerosas e infrutíferas viagens em busca de algum Grande Adepto da magia. Aarão o informa que no deserto, não muito distante de Arachi, habita um mago muito sábio e pio chamado Abra-Melin, e que ele lhe obterá um guia para mostrar-lhe o caminho até lá. Abraão visita Abra-Melin e descobre nele finalmente o grande e sábio mago que buscara por tanto tempo. Permanece com ele e estuda sob sua orientação. Abra-Melin dá-lhe dois livros de magia para copiar, que formam a base do Segundo e Terceiro Livros desta obra. Abra-Melin sugere que esta Sagrada Ciência Mágica permanecerá entre os judeus apenas por mais setenta e dois anos. Finalmente Abraão deixa Abra-Melin e se dirige a Constantinopla, onde é retido pela enfermidade durante dois meses. Volta ao lar de barco até Trieste e daqui através da Dalmácia) Pg-8
CAPÍTULO V
(Concernente aos vários mestres de arte mágica que Abraão encontrara no desenrolar de suas viagens. Do rabino Moisés de Mogúncia. De Jaime, um cristão da Argentina, e um prestidigitador. De um mago negro chamado António de Praga na Boêmia e seu fim medonho. Dos magos da Áustria. Dos magos da Grécia. De um mago de Éfiba, próximo de Constantinopla, que escreveu certos números sobre o chão. Dos magos Simão e o rabino Abraão de Constantinopla. Dos magos egípcios Horay, Abimech, Alcaon, Orilach e Abimelec. Dos magos árabes. Abra-Melin, o único Adepto verdadeiramente grande. De um mago, José de Paris, cristão que se convertera à fé judaica e cuja magia era conforme a natureza daquela de Abra-Melin. Abraão adverte Lamech do erro de um homem renunciar à religião em que foi educado) pg. 12
CAPÍTULO VI
(Erros na magia do rabino Moisés. A magia negra de António, o boêmio de Praga. A forma de sua morte. Dos magos austríacos. Da jovem feiticeira de Lintz, com quem ele fez experiências. Das artes gregas da magia. Dos vários sistemas de trabalho mágico e de como o de Abra-Melin era o melhor, por ser baseado na sabedoria da Qabalah) pg. 15
CAPÍTULO VII
Abraão se prepara para executar a operação recomendada nesta obra. Obtém o conhecimento e visão de seu Anjo Guardião, e dos símbolos mágicos semelhantes àqueles do Terceiro Livro) pg. 20
CAPÍTULO VIII
De sua prática bem sucedida de magia de 1409 a 1458. Das diversas pessoas que curou. Do auxílio mágico que concedeu ao imperador Sigismundo da Alemanha; como emprestou a este um espírito familiar e como facilitou seu casamento. Do auxílio que proporcionou ao Conde Frederico fazendo aparecer magicamente um exército de 2000 cavaleiros. Como ajudou o bispo de sua cidade. Como libertou o Conde de Varvich (Warwick) de urna prisão inglesa. Como auxiliou na fuga do Papa João XXIII do Conselho de Constança. Como forçou uma pessoa que lhe furtara dinheiro, enquanto se encontrava com o Duque da Bavária, a confessar o furto e devolver o dinheiro. De suas advertências e profecias ao imperador grego (Constantino Paleólogo). Como realizou a façanha de ressuscitar uma pessoa em duas ocasiões, na Saxônia e no marquesado de Magdeburgo. Como obteve por meio da magia tanto seu casamento quanto um considerável tesouro em dinheiro) pg. 21
CAPITULO IX
Conselhos gerais. Que esta Arte se funda na Santa Qabalah. Que todos os signos escritos no Terceiro Livro estão escritos com as letras da Quarta Hierarquia, mas que as palavras misteriosas são tomadas do hebraico, latim, grego, caldeu, persa e árabe) pg.28
CAPITULO X
(Advertências contra os engodos do diabo e dos espíritos maus) pg.30
CAPÍTULO XI
(Conselhos gerais) pg.32
CAPÍTULO XII
(Conselhos adicionais concernentes a comunicação com o Anjo Guardião, e o emprego de uma criança como clarividente na invocação) pg. 34
SEGUNDO LIVRO
PRÓLOGO
(Concernente à Magia Sagrada) pg. 41
CAPÍTULO I
Quantas e quais são as classes de magia verdadeira pg. 42
CAPÍTULO II
O que devemos levar em consideração antes de empreender
esta operação pg. 44
CAPÍTULO III
Da idade e qualidade da pessoa que deseja empreender esta operação pg. 46
CAPÍTULO IV
Que a maioria dos livros de magia são falsos e vãos pg. 47
CAPÍTULO V
Que nesta operação não é necessário escolher tempo, dia ou hora pg. 49
CAPÍTULO VI
Concernente às horas planetárias e outros erros dos astrólogos pg. 51
CAPÍTULO VII
Com respeito ao que é necessário fazer durante as primeiras duas luas do início desta Magia Sagrada e Verdadeira pg. 53
CAPÍTULO VIII
Concernente as duas segundas luas pg. 58
CAPÍTULO IX
Concernente as duas últimas luas que têm que ser assim principiadas pg. 59
CAPITULO X
Concernente as coisas que um homem pode aprender e estudar durante essas duas luas pg.60
CAPITULO XI
Concernente a escolha do lugar
pg. 61
CAPITULO XII
Como a pessoa deve se manter a fim de executar bem esta operação pg. 64
CAPÍTULO XIII
Concernente a convocação dos bons espíritos
pg.67
CAPÍTULO XIV
Concernente a convocação dos espíritos
CAPÍTULO XV
Pg-71
Concernente ao que se deve exigir dos espíritos, que estão divididos em três tropas distintas e são convocados em três dias separados pg. 76
CAPITULO XVI
Concernente a mandá-los embora
pg.80
CAPITULO XVII
Como devemos responder às indagações dos espíritos e como devemos resistir às suas exigências
pg.81
CAPITULO XVIII
aquele que tenciona operar deve conduzir-se com relação as espíritos
pg.83
CAPITULO XIX
dos nomes dos espíritos que podemos chamar para obter aquilo que desejamos
pg.85
CAPÍTULO XX
Da maneira que devemos executar as operações Pg-105
TERCEIRO LIVRO
PRÓLOGO
(Conselhos breves) pg. 137
CAPÍTULO I
Como conhecer todos os tipos de coisas pretéritas e futuras que não sejam, contudo, diretamente opostas a Deus e contrárias a Sua Santa Vontade pg. 138
CAPÍTULO II
Como obter informações e ser iluminado quanto a toda espécie de proposição e todas as ciências dúbias pg. 145
CAPÍTULO III
Como causar o aparecimento de qualquer espírito, e fazê-lo assumir formas variadas, tais como de homem, animal, pássaro, etc pg. 146
CAPÍTULO IV
Para obter visões diversas pg. 148
CAPÍTULO V
Como se pode manter os espíritos familiares presos ou livres, sob qualquer forma pg. 151
CAPÍTULO VI
Como produzir o aparecimento de minas e acelerar todos os recursos de trabalho ligados a isso pg. 154
CAPÍTULO VII
Para fazer um espírito executar todos os tipos de trabalho e operações químicos com facilidade e prontidão, especialmente com referência a metais pg. 157
CAPÍTULO VIII
Para provocar tempestades pg. 158
CAPÍTULO IX
Para transformar animais em homens e homens em animais (e também animais em pedras) pg. 159
CAPITULO X
Para impedir que todas as operações de necromancia e magia produzam quaisquer efeitos, exceto as operações da Qabalah e desta Magia Sagrada pg. 162
CAPITULO XI
Para fazer ser conduzido a alguém qualquer tipo de livro, inclusive se perdido ou furtado pg. 164
CAPÍTULO XII
Para conhecer segredos e particularmente aqueles de alguma pessoa pg. 166
CAPÍTULO XIII
um cadáver voltar à vida e realizar todas as operações a pessoa realizaria se estivesse viva (durante o período de sete anos) mediante o recurso dos espíritos pg. 168
CAPITULO XIV
Os doze símbolos para as doze horas do dia e da noite visando nos tornar para toda pessoa pg. 170
CAPITULO XV
Fazer os espíritos nos trazer tudo que desejarmos para comer e beber e mesmo até tudo em que pudermos pensar pg. 173
CAPÍTULO XVI
Como descobrir e se apoderar de todos os tipos de tesouro desde que não ache de maneira alguma protegido (magicamente) pg. 175
CAPÍTULO XVII
Como voar pelos ares e ir onde desejarmos pg. 181
CAPÍTULO XVIII
Para curar diversas enfermidades pg. 183
CAPÍTULO XIX
Para todos os tipos de afeição e amor pg. 186
CAPÍTULO XX
Para provocar toda espécie de ódio, animosidade, discórdia, rixa, disputa, combate, batalha, perda e dano. pg. 192
CAPÍTULO XXI
Para transformar a si mesmo e assumir diversos aspectos e formas pg. 195
CAPÍTULO XXII
Este capítulo se refere somente à operação do mal pois mediante os signos aqui contidos podemos lançar feitiços e executar toda espécie de obra má (não devemos nos servir disto) pg. 197
CAPÍTULO XXIII
Para demolir construções e castelos pg. 199
CAPÍTULO XXIV
Para descobrir furtos pg. 201
CAPÍTULO XXV
Para caminhar e atuar na água e sob ela pg. 203
CAPÍTULO XXVI
Como abrir todo tipo de fechadura sem chave e sem ruído pg. 204
CAPÍTULO XXVII
Como causar a manifestação de visões pg. 206
CAPÍTULO XXVIII
Como obter o máximo de ouro e prata que possamos desejar, tanto para sermos capazes de prover as necessidades da vida quanto para viver na opulência pg. 215
CAPÍTULO XXIX
Como produzir o aparecimento de homens armados pg. 217
CAPITULO XXX
Para causar produção de comédias, óperas e todos os tipos de músicas e danças pg. 218