Prefácio da 5a edição 15
Prefácio do Autor 18
Abreviações 23
INTRODUÇÃO
1 O que é a Franco-Maçonaria? 25
Teorias e lendas a respeito de sua origem 25
A lenda de Hiram 28
A corporação de Construtores 30
Os talhadores de pedra da Idade Média 31
A Loja 34
O Grande Arquiteto do Universo 35
O nome de "franco-maçons" 36
Os Quatro Santos Coroados 39
2 A Passagem da Maçonaria Operativa à Especulativa 40
As constituições de Anderson 43
O problema religioso 46
Juramento e segredo 51
3 A Maçonaria no Século XVIII 58
Tentativa de definição 59
Desvios e seitas 60
A Maçonaria Regular 64
1- A PRIMEIRA CONDENAÇÃO PONTIFÍCIA DA MAÇONARIA
1 Antecedentes políticos 67
Resolução dos Estados Gerais da Holanda (1735) 68
Proibição do Conselho de Genebra (1737) 77
Sentença da polícia de Paris (1737) 79
Decreto do príncipe eleitor do Palatinado (1737) 100
Resolução da magistratura de Hamburgo (1738) 100
Édito do rei da Suécia (1738) 101
2 O Santo Ofício e a Maçonaria 102
Investigação do Santo Ofício romano (1736) 102
A Maçonaria em Florença (1737) 104
Relatórios do grande inquisidor florentino (1737) 106
Diretrizes do cardeal secretário de Estado (1737) 106
Condenação da Maçonaria pelo grão-duque da Toscana (1737) 109
Repercussão na República de Lucques 112
Intervenção de François de Lorraine 114
O problema da jurisdição eclesiástica 116
3 A Roma de Clemente XII 120
A influência dos Corsini 120
O estado de saúde de Clemente XII 121
A primeira Loja romana 124
O Consistório de 1737 126
Atitude do novo assessor do Santo Ofício 128
4 Constituição Apostólica In Eminenti 130
Comentário da condenação pontifícia 130
Publicações na imprensa da época 133
5 Difusão da Bula de Clemente XII 136
França: atitude do cardeal Fleury e de Luís XV (1738) 136
Portugal: édito do inquisidor geral (1738) 143
Relatório da Inquisição de Lisboa (1738) 150
Espanha: édito do inquisidor mor (1738) 164
Polônia: Circular do núncio apostólico (1739) 168
Países Baixos: édito do imperador Carlos VI (1738) 171
Veneza - Florença - Irlanda 173
Estados pontifícios: édito do cardeal Firrao (1739) 474
Condenação de uma publicação maçônica (1739) 179
2 O PROCESSO DE TTOMMASO (SMDELI EM FLORENÇA (1739-1741)
1 Consequências da condenação pontifícia 183
A Maçonaria em Florença O barão Stosch 183
Petição do cardeal Corsini a SAR 185
Detenção do dr Crudeli 189
2 Interferências de Jurisdição do Tribunal da Inquisição 194
Relatório do senador Rucellai 194
Relatório do conde de Richecourt 198
Atividade do inquisidor de Florença 204
Resposta do grão-duque da Toscana 205
3 Preliminares do processo de Crudeli 210
Investigações do senador Rucellai 210
Interrogatório preliminar 211
Denúncias sobre a maneira de agir do Tribunal 212
Declaração espontânea de Crudeli 215
Delações das testemunhas 223
Acusação fiscal 227
4 O andamento do processo 228
Primeiros interrogatórios 228
Intervenção de checourt junto ao grão-duque 232
A denúncia do dr Pupigliani 236
Tentativa de fuga do dr Crudeli 239
Concessão de um advogado defensor 241
5 O Desfecho do caso Crudeli 244
O estado de saúde do acusado 244
Intervenção do núncio em Florença 245
Transferência de Crudeli para uma fortaleza do Estado 246
Retratações de Minerbetti e de Pupigliani 248
Sentença condenatória 252
6 Consequências do processo 256
Tensão nas relações entre o governo da Toscana e a Corte de Roma 256
Providências do núncio de Sua Santidade em Viena 256
Intervenção do enviado especial da Santa Sé 258
Tentativas de reforma do Santo Ofício em Florença 260
Queixas contra o padre inquisidor 261
Transferência do padre inquisidor, Perdão e morte do Dr Crudeli 262
Reforma da Inquisição na Toscana 265
3- A MAÇONANA DEPOIS DA PROIBIÇÃO PONTIFÍCIA (1740-1750)
1 Repercussões na Áustria, na Holanda, em Malta e na França 270
A Universidade de Salzburgo e Muratori (1740) 270
A Universidade de Innsbruck e a Academia Taxiana (1740-41) 272
Os Estados Gerais da Holanda 273
Proibição do Grão-Mestre da Ordem de Malta (1740) 274
Advertência do bispo de Marselha (1742) 275
O Intendente de Bordeaux e a Maçonaria (1742) 276
2 Perseguição da Maçonaria em Viena 277
Fundação da primeira Loja em Viena 277
O príncipe-bispo de Breslau, conde de Schaffgotsch 278
Maria Tereza e os maçons vienenses 279
Intervenção do núncio e do cardeal arcebispo de Viena 283
Instruções de Bento XIV 286
A Maçonaria na diocese de Olmutz 287
3 O Tribunal da Inquisição de Lisboa e a Maçonaria 291
O processo de Coustos na literatura maçônica 291
Atividade da Inquisição de Lisboa 293
Denúncias perante o Santo Tribunal 294
Ordem de prisão contra vários maçons 298
4 O Processo de Alexandre Jacques Motton 299
Interrogatórios iniciais 299
Admoestação do acusado 304
Interrogatórios de "genealogia", "in genere" e "in specie" 305
Instrução das acusações 307
Publicação da prova de justiça 308
Sessão de tortura [questionamento] 309
Sentença final 313
5 O Processo de João Thomas Bruslé 316
A "confissão" do acusado 316
Interrogatórios de "genealogia" e "in specie" 320
Publicação da prova de justiça 321
Sessão de tortura 321
Sentença final 322
6 O Processo de João Bauptista Richard 323
Interrogatórios iniciais 323
Interrogatório de "genealogia" e "in specie" 324
Instrução das acusações 325
Defesa do Procurador 326
Publicação da prova de justiça 328
Sessão de tortura 330
Sentença final ~331
7 Processo de John Coustos e Lamberto Bolanger 333
Interrogatórios iniciais 333
Instrução de acusações 336
Publicação da prova de justiça 337
Sessão de tortura Sentença final 338
Comutação da pena 339
Declaração de Lamberto Bolanger 341
8 Incidentes Maçônicos em diversos países 343
Intervenção de Bento XIV em Avignon (1744) 343
Alerta do procurador real e do bispo de Orléans (1744) 344
Ação da polícia de Paris (1744) 347
Inquietação do bispo de Liège (1744) 350
Resolução do conselho de Genebra (1744) 350
Decreto do cantão de Berna (1745) 355
Decreto do consistório de Hanôver (1745) 361
Atividade do intendente deToulon (1745) 363
Nova intervenção da polícia de Paris (1745) 363
Mandamento do bispo de Marselha 368
Consulta da Sorbonne (1748) 372
Ordem do grão-sultão de Constantinopla (1748) 376
A Inquisição de Toledo e a Maçonaria (1746-1748) 377
Ordem da Inquisição da Capital (1748) 379
4 A CONDENAÇÃO PONTIFÍCIA DE BENTO XIV (1751)
1 Influência de Nápoles na decisão pontifícia 382
Intervenção do jesuíta padre Pepe e do dominicano padre Rocco 382
A Maçonaria em Nápoles (1750) 383
Medidas adotadas pelo governo de Carlos VII (1750) 384
Correspondência do núncio monsenhor Gualtieri 385
2 A constituição apostólica Providas 387
O pensamento do cardeal secretário de Estado 387
Publicação da condenação pontifícia 388
Motivos invocados para a condenação 389
Comentário do documento 390
Lambertini acusado de ser franco-maçom 391
3 Repercussão da Bula em Nápoles 394
Relatórios do núncio napolitano 394
Projeto de um édito antimaçônico do rei Carlos VII 396
Variantes sugeridas por Bento XIV 398
Relatório sobre a Maçonaria Napolitana 399
Memorial contra os maçons de Nápoles 402
Correspondências do núncio às vésperas do decreto real 404
Correspondência do papa com o cardeal Tencin e Léonard de Port-Maurice :406
4 Édito do Rei de Nápoles (1751) 407
Correspondência entre Bento XIV e Carlos VII (1751) 407
Publicação do édito 408
Comentário e finalidade 409
Consequências de sua aplicação 412
Repercussão na Ilha da Sicília 416
5 Atitude da Maçonaria Partenopeia 417
Carta do Grão-Mestre, príncipe de San Severo a Sua Santidade
Bento XIV 417
Comentários que a carta suscitou 421
Resposta do cardeal secretário de Estado 424
Atividades do núncio 425
Documentos enviados ao papa pelo rei de Nápoles 427
O pensamento de Bento XIV por meio de sua correspondência com
o rei de Nápoles 428
6 Repercussões da Bula na Espanha 432
Memorial do padre Rávago 432
Decreto e édito de Fernando VI (1751) 440
Circular do Conselho do Santo Ofício espanhol 441
Resposta da Inquisição de Lima 443
Denúncias voluntárias de Lê Roy e de Clauwes 444
A "Sentinela contra Franco-Maçons" do padre Torrubia 450
A Pastoral do bispo de Vintimille 458
A obra do frei Juan de Ia Madre de Dios 461
Jerônimo Feijó e a Maçonaria 462
7 Impacto do Documento de Bento XIV em Outros Países 466
O Império Austro-Húngaro (1751) Adesão do Príncipe de Bandel 466
O conhecimento na França (1751) 466
Ordenança do Arcebispo de Avignon (1751) 467
O bispo de Poitiers e a Maçonaria de Châtellerault (1753) 468
Denúncia do Tribunal da Inquisição de Cápua (1752) 471
Discursos do Pregador de Quaresma de Lucca (1753) 473
8 A Maçonaria e a Inquisição Espanhola (1753-1757) 474
Intervenção do Tribunal da Inquisição de Córdova (1753) 474
A Maçonaria nos Éditos da Fé (1755) 477
Denúncias espontâneas perante a Inquisição de Sevilha (1756) 477
Denúncias contra o governador de Valdívia perante a Inquisição de
Lima (1755-1756) 479
Processo contra o francês Tournon perante a Inquisição de
Madri(1757) 482
5- A MACONARIA E A IGREJA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVIII
1 Alguns incidentes maçónicos 489
Queixas do procurador de Angers (1757) 489
Expulsão de maçons na Lombardia (1757) 490
Édito do bispo de Liège (1760) 491
Intervenção da Inquisição no México (1760-1768) 492
Edito dos magistrados de Dantzig (1763) 493
Perseguição à Maçonaria em Viena (1764-1766) 495
Medidas adotadas pelo conselho de Berna (1764) 496
Regras dadas ao juiz de justiça de Saint-Just (1766) 498
2 A Polémica de Lunéville (1770) 498
Os funerais do cura de Couvas (1770) 498
Queixa do Grão-Mestre de Plombières ao bispo de Toul
Justificativa de monsenhor Drouas 499
Resposta do Grão-Mestre 500
Solução imposta pelos juízes 502
3 Três aspectos de um mesmo problema 503
Perseguição aos maçons na Ilha da Madeira (1770) 503
Sua motivação autêntica 504
Proibição do governo de Berna (1770) Queixas do vigário-geral de
Lisboa (1771) 505
Medidas adotadas pelo governador da cidade 506
4 A Universidade de Louvain e a Maçonaria 506
Fundação de uma Loja para estudantes da Faculdade de Direito 506
Investigação da autoridade acadêmica 507
Sentença do Reitor Magnífico 507
Apelo dos estudantes à imperatriz 507
Relatório do Reitor para Sua Majestade a Rainha 508
Deliberação do conselho 511
Proibição da Maçonaria pela Universidade (1774) 512
Reação da Maçonaria Belga 514
Carta de um doutor em teologia da Universidade de Louvain a um estudante de direito da mesma universidade sobre a Maçonaria 515
5 Intervenção de Altos Eclesiásticos 517
O cardeal arcebispo de Malines e a questão maçônica (1777) 517
Proibição do príncipe-bispo de Hildesheim (1775)
Ação do Inquisidor de Avignon( 1775) 519
Recusa do bispo de Luçon (1776) 520
Hostilidade do bispo de Quimper (1776) 521
Defesa do arcebispo de Tours (1776) 524
Procedimento do inquisidor de Lima (1773-1777) 526
6 A Maçonaria em Nápoles na Época de Fernando IV 533
Descoberta de uma Loja no corpo de Cadetes 533
Correspondências de Carlos III com Fernando IV e com Tanucci 534
Maria Carolina e o embaixador em Turim Proteção à
Maçonaria pela rainha 535
Édito de proibição da Maçonaria (1775) 537
Reação dos maçons napolitanos 539
7 O Processo contra a Maçonaria de Nápoles 540
Tanucci obedece às ordens de Carlos III 540
Pallante e a Loja descoberta por ele 541
Intervenção do núncio em Nápoles 543
Impressão causada no rei de Espanha 544
Defesa do advogado Lioy 545
Memorial justificativo da conduta de Pallante 547
8 O Desfecho do Caso dos Franco-Maçons Napolitanos 549
A queda de Tanucci 549
Descoberta da farsa da Justiça 550
Liberdade dos maçons em julgamento 551
Fernando IV informa o rei da Espanha 552
A ação de Pallante é desmascarada 553
Procedimentos do embaixador em Paris em favor de Lioy 554
Decisão real definitiva 556
6 PANORAMA DO ÚLTIMO QUARTO DE SÉCULO
1 Presença da Maçonaria Estrangeira na Espanha 558
A Inquisição de Sevilha e a Maçonaria 558
Atividade do comissário de Cádiz 558
2 O Incidente de Aix-la-chapelle (1779) 563
Proibição da Maçonaria pelo magistrado da cidade Pregações de Quaresma antimaçônicas 563
Repercussão no Grande Oriente da França 565
Carta de um maçom prussiano 565
3 Dificuldades Encontradas pela Maçonaria 568
Causa inquisitorial em Manila (l 780) 568
A Inquisição de Veneza e a Maçonaria (1780) 568
Intervenção da rainha de Nápoles e de suas irmãs Maria Ana, Maria Antonieta e Maria Cristina 570
Proibição da Maçonaria em Berna e Genebra (1782), Mônaco (1784), Baviera (1784) e Bade (1785) 572
Incidentes em Rouen, Paris e Chambéry (1783-1787) 574
A Maçonaria no Império Austro-Húngaro de José II (1785-1786) 574
4 Diversos Aspectos Antimaçônicos da Inquisição 578
Descoberta de uma Loja pela Inquisição da
República de Veneza (1785) "578
Processo da Inquisição do México contra o veneziano
Fabris (1785) 581
Papéis recolhidos na Espanha (1790) 588
Memorial endereçado ao secretário de Estado
da Sardenha (1790) 591
Controle da Inquisição romana (1790) 592
5 Alguns Processos Famosos 595
Processo em Roma do conde de Cagliostro e seus discípulos (1791) 595
Processo de Inquisição de Foligno contra Fontana (1792) 600
Precauções da Inquisição veneziana (1793) 602
Processo da Inquisição do México contra Burdales (1793-1794) 604
Processo da Inquisição do México contra Laussel (1794) 608
6 A Maçonaria nos últimos anos do século XVIII 613
A Maçonaria na imprensa de Paris (1796) 613
Relatórios da polícia francesa (1798) 614
Medidas adotadas pelo imperador da Alemanha, Francisco II; o rei da Sardenha, Victor Amadeu; e o imperador da Rússia, Paulo I (1794) 616
Frederico Guilherme III da Prússia e a Maçonaria (1798) 616
Lei do Parlamento da Inglaterra sobre as sociedades secretas (1799) 619
7 ALTITUDE DA MAÇONARIA EM RELAÇÃO A IGREJA
1 O sentido religioso da Maçonaria 621
Presença católica nas Lojas 621
Obrigação de um Venerável do século XVIII 622
Celebrações das Festas Patronais 623
Serviços fúnebres maçônicos 629
2 A Benemerência Maçônica 633
Ajuda por meio das instituições eclesiásticas 633
Repercussões benéficas dos acontecimentos da família real 634
Diversos aspectos da ação filantrópica 638
Participação nas obras de caridade paroquiais 640
3 O Clero Franco-Maçom 641
Presença do clero católico nas Lojas Maçônicas 641
O problema que se coloca 643
Eclesiásticos Veneráveis e fundadores de Lojas 643
Os padres maçons e a Revolução Francesa 651
Tentativa de explicação 656
Deveres em relação a Deus e à Religião 656
Deveres acerca do soberano e da pátria :657
4 Catálogo do Clero Maçom do Século XVIII 659
A vida nas Lojas 659
Conclusão 667
Apêndice 673
Inventário geral alfabético dos membros do clero pertencentes às Lojas Maçónicas do século XVIII 684