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Arquivos Secretos do Vaticano e a Franco-Maçonaria

Autor: José A. Ferrer Benimeli
Arquivos Secretos do Vaticano e a Franco-Maçonaria

Os estatutos e os rituais da Franco-Maçonaria medieval - que se enraíza na tradição das corporações dos pedreiros - atestam seu espírito cristão e a vontade de admitir em sua classe os respeitosos artesãos da moral e dos dogmas da Igreja Católica Romana

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Descrição

Os estatutos e os rituais da Franco-Maçonaria medieval - que se enraíza na tradição das corporações dos pedreiros, construtores de catedrais - atestam seu espírito cristão e a vontade de admitir em sua classe os respeitosos artesãos da moral e dos dogmas da Igreja Católica Romana. 

Em sua árdua pesquisa, feita nos Arquivos Secretos do Vaticano e de toda a Europa, o autor relata a extrema complexidade das relações entre a Igreja e a Maçonaria, e de que maneira suas teses abusivamente simplificadas sustentam a excessiva desconfiança e oposição do Catolicismo em relação a uma sociedade fraternal, cujos integrantes, na maior parte, jamais pensaram em conspirar para a ruína do trono e do altar.

Sumário

Prefácio da 5a edição     15
Prefácio do Autor     18
Abreviações     23

INTRODUÇÃO
1 O que é a Franco-Maçonaria?     25
Teorias e lendas a respeito de sua origem     25
A lenda de Hiram     28
A corporação de Construtores     30
Os talhadores de pedra da Idade Média     31
A Loja     34
O Grande Arquiteto do Universo     35
O nome de "franco-maçons"     36
Os Quatro Santos Coroados     39
2 A Passagem da Maçonaria Operativa à Especulativa     40
As constituições de Anderson     43
O problema religioso      46
Juramento e segredo     51
3 A Maçonaria no Século XVIII     58
Tentativa de definição     59
Desvios e seitas     60
A Maçonaria Regular     64


1- A PRIMEIRA CONDENAÇÃO PONTIFÍCIA DA MAÇONARIA

1 Antecedentes políticos     67
Resolução dos Estados Gerais da Holanda (1735)     68
Proibição do Conselho de Genebra (1737)     77
Sentença da polícia de Paris (1737)     79
Decreto do príncipe eleitor do Palatinado (1737)     100
Resolução da magistratura de Hamburgo (1738)     100
Édito do rei da Suécia (1738)     101

2 O Santo Ofício e a Maçonaria     102
Investigação do Santo Ofício romano (1736)     102
A Maçonaria em Florença (1737)     104
Relatórios do grande inquisidor florentino (1737)     106
Diretrizes do cardeal secretário de Estado (1737)     106
Condenação da Maçonaria pelo grão-duque da Toscana (1737)   109
Repercussão na República de Lucques   112
Intervenção de François de Lorraine   114
O problema da jurisdição eclesiástica   116

3 A Roma de Clemente XII   120
A influência dos Corsini   120
O estado de saúde de Clemente XII   121
A primeira Loja romana   124
O Consistório de 1737   126
Atitude do novo assessor do Santo Ofício   128

4 Constituição Apostólica In Eminenti   130
Comentário da condenação pontifícia   130
Publicações na imprensa da época   133

5 Difusão da Bula de Clemente XII   136
França: atitude do cardeal Fleury e de Luís XV (1738)   136
Portugal: édito do inquisidor geral (1738)   143
Relatório da Inquisição de Lisboa (1738)   150
Espanha: édito do inquisidor mor (1738)   164
Polônia: Circular do núncio apostólico (1739)   168
Países Baixos: édito do imperador Carlos VI (1738)   171
Veneza - Florença - Irlanda   173
Estados pontifícios: édito do cardeal Firrao (1739)   474
Condenação de uma publicação maçônica (1739)   179


2 O PROCESSO DE TTOMMASO (SMDELI EM FLORENÇA (1739-1741)

1 Consequências da condenação pontifícia   183
A Maçonaria em Florença O barão Stosch   183
Petição do cardeal Corsini a SAR   185
Detenção do dr Crudeli   189

2 Interferências de Jurisdição do Tribunal da Inquisição   194
Relatório do senador Rucellai   194
Relatório do conde de Richecourt   198
Atividade do inquisidor de Florença   204
Resposta do grão-duque da Toscana   205

3 Preliminares do processo de Crudeli   210
Investigações do senador Rucellai   210
Interrogatório preliminar   211
Denúncias sobre a maneira de agir do Tribunal   212
Declaração espontânea de Crudeli   215
Delações das testemunhas   223
Acusação fiscal   227

4 O andamento do processo   228
Primeiros interrogatórios   228
Intervenção de checourt junto ao grão-duque   232
A denúncia do dr Pupigliani   236
Tentativa de fuga do dr Crudeli   239
Concessão de um advogado defensor   241

5 O Desfecho do caso Crudeli   244
O estado de saúde do acusado   244
Intervenção do núncio em Florença   245
Transferência de Crudeli para uma fortaleza do Estado   246
Retratações de Minerbetti e de Pupigliani   248
Sentença condenatória   252

6 Consequências do processo   256
Tensão nas relações entre o governo da Toscana e a Corte de Roma   256
Providências do núncio de Sua Santidade em Viena   256
Intervenção do enviado especial da Santa Sé   258
Tentativas de reforma do Santo Ofício em Florença   260
Queixas contra o padre inquisidor   261
Transferência do padre inquisidor, Perdão e morte do Dr Crudeli   262
Reforma da Inquisição na Toscana   265


3- A MAÇONANA DEPOIS DA PROIBIÇÃO PONTIFÍCIA (1740-1750)

1 Repercussões na Áustria, na Holanda, em Malta e na França   270
A Universidade de Salzburgo e Muratori (1740)   270
A Universidade de Innsbruck e a Academia Taxiana (1740-41)   272
Os Estados Gerais da Holanda   273
Proibição do Grão-Mestre da Ordem de Malta (1740)   274
Advertência do bispo de Marselha (1742)   275
O Intendente de Bordeaux e a Maçonaria (1742)   276

2 Perseguição da Maçonaria em Viena   277
Fundação da primeira Loja em Viena   277
O príncipe-bispo de Breslau, conde de Schaffgotsch   278
Maria Tereza e os maçons vienenses   279
Intervenção do núncio e do cardeal arcebispo de Viena   283
Instruções de Bento XIV   286
A Maçonaria na diocese de Olmutz   287

3 O Tribunal da Inquisição de Lisboa e a Maçonaria   291
O processo de Coustos na literatura maçônica   291
Atividade da Inquisição de Lisboa   293
Denúncias perante o Santo Tribunal   294
Ordem de prisão contra vários maçons   298

4  O Processo de Alexandre Jacques Motton   299
Interrogatórios iniciais   299
Admoestação do acusado   304
Interrogatórios de "genealogia", "in genere" e "in specie"   305
Instrução das acusações   307
Publicação da prova de justiça   308
Sessão de tortura [questionamento]   309
Sentença final   313

5  O Processo de João Thomas Bruslé   316
A "confissão" do acusado   316
Interrogatórios de "genealogia" e "in specie"   320
Publicação da prova de justiça   321
Sessão de tortura   321
Sentença final   322

6  O Processo de João Bauptista Richard   323
Interrogatórios iniciais   323
Interrogatório de "genealogia" e "in specie"   324
Instrução das acusações   325
Defesa do Procurador   326
Publicação da prova de justiça   328
Sessão de tortura   330
Sentença final   ~331

7 Processo de John Coustos e Lamberto Bolanger   333
Interrogatórios iniciais   333
Instrução de acusações   336
Publicação da prova de justiça   337
Sessão de tortura Sentença final   338
Comutação da pena   339
Declaração de Lamberto Bolanger   341

8 Incidentes Maçônicos em diversos países   343
Intervenção de Bento XIV em Avignon (1744)   343
Alerta do procurador real e do bispo de Orléans (1744)   344
Ação da polícia de Paris (1744)   347
Inquietação do bispo de Liège (1744)   350
Resolução do conselho de Genebra (1744)   350
Decreto do cantão de Berna (1745)   355
Decreto do consistório de Hanôver (1745)   361
Atividade do intendente deToulon (1745)   363
Nova intervenção da polícia de Paris (1745)   363
Mandamento do bispo de Marselha   368
Consulta da Sorbonne (1748)   372
Ordem do grão-sultão de Constantinopla (1748)   376
A Inquisição de Toledo e a Maçonaria (1746-1748)   377
Ordem da Inquisição da Capital (1748)   379


4 A CONDENAÇÃO PONTIFÍCIA DE BENTO XIV (1751)

1 Influência de Nápoles na decisão pontifícia   382
Intervenção do jesuíta padre Pepe e do dominicano padre Rocco   382
A Maçonaria em Nápoles (1750)   383
Medidas adotadas pelo governo de Carlos VII (1750)   384
Correspondência do núncio monsenhor Gualtieri   385

2 A constituição apostólica Providas   387
O pensamento do cardeal secretário de Estado   387
Publicação da condenação pontifícia   388
Motivos invocados para a condenação   389
Comentário do documento   390
Lambertini acusado de ser franco-maçom   391

3 Repercussão da Bula em Nápoles   394
Relatórios do núncio napolitano   394
Projeto de um édito antimaçônico do rei Carlos VII   396
Variantes sugeridas por Bento XIV   398
Relatório sobre a Maçonaria Napolitana   399
Memorial contra os maçons de Nápoles   402
Correspondências do núncio às vésperas do decreto real   404
Correspondência do papa com o cardeal Tencin e Léonard de Port-Maurice   :406

4 Édito do Rei de Nápoles (1751)   407
Correspondência entre Bento XIV e Carlos VII (1751)   407
Publicação do édito   408
Comentário e finalidade   409
Consequências de sua aplicação   412
Repercussão na Ilha da Sicília   416

5 Atitude da Maçonaria Partenopeia   417
Carta do Grão-Mestre, príncipe de San Severo a Sua Santidade
Bento XIV   417
Comentários que a carta suscitou   421
Resposta do cardeal secretário de Estado   424
Atividades do núncio   425
Documentos enviados ao papa pelo rei de Nápoles   427
O pensamento de Bento XIV por meio de sua correspondência com
o rei de Nápoles   428

6  Repercussões da Bula na Espanha   432
Memorial do padre Rávago   432
Decreto e édito de Fernando VI (1751)   440
Circular do Conselho do Santo Ofício espanhol   441
Resposta da Inquisição de Lima   443
Denúncias voluntárias de Lê Roy e de Clauwes   444
A "Sentinela contra Franco-Maçons" do padre Torrubia   450
A Pastoral do bispo de Vintimille   458
A obra do frei Juan de Ia Madre de Dios   461
Jerônimo Feijó e a Maçonaria   462

7  Impacto do Documento de Bento XIV em Outros Países   466
O Império Austro-Húngaro (1751) Adesão do Príncipe de Bandel   466
O conhecimento na França (1751)   466
Ordenança do Arcebispo de Avignon (1751)   467
O bispo de Poitiers e a Maçonaria de Châtellerault (1753)   468
Denúncia do Tribunal da Inquisição de Cápua (1752)   471
Discursos do Pregador de Quaresma de Lucca (1753)   473

8 A Maçonaria e a Inquisição Espanhola (1753-1757)   474
Intervenção do Tribunal da Inquisição de Córdova (1753)   474
A Maçonaria nos Éditos da Fé (1755)   477
Denúncias espontâneas perante a Inquisição de Sevilha (1756)   477
Denúncias contra o governador de Valdívia perante a Inquisição de
Lima (1755-1756)   479
Processo contra o francês Tournon perante a Inquisição de
Madri(1757)   482


5- A MACONARIA E A IGREJA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVIII

1 Alguns incidentes maçónicos   489
Queixas do procurador de Angers (1757)   489
Expulsão de maçons na Lombardia (1757)   490
Édito do bispo de Liège (1760)   491
Intervenção da Inquisição no México (1760-1768)   492
Edito dos magistrados de Dantzig (1763)   493
Perseguição à Maçonaria em Viena (1764-1766)   495
Medidas adotadas pelo conselho de Berna (1764)   496
Regras dadas ao juiz de justiça de Saint-Just (1766)   498

2 A Polémica de Lunéville (1770)   498
Os funerais do cura de Couvas (1770)   498
Queixa do Grão-Mestre de Plombières ao bispo de Toul
Justificativa de monsenhor Drouas   499
Resposta do Grão-Mestre   500
Solução imposta pelos juízes   502

3 Três aspectos de um mesmo problema   503
Perseguição aos maçons na Ilha da Madeira (1770)   503
Sua motivação autêntica   504
Proibição do governo de Berna (1770) Queixas do vigário-geral de
Lisboa (1771)   505
Medidas adotadas pelo governador da cidade   506

4 A Universidade de Louvain e a Maçonaria   506
Fundação de uma Loja para estudantes da Faculdade de Direito   506
Investigação da autoridade acadêmica   507
Sentença do Reitor Magnífico   507
Apelo dos estudantes à imperatriz   507
Relatório do Reitor para Sua Majestade a Rainha   508
Deliberação do conselho   511
Proibição da Maçonaria pela Universidade (1774)   512
Reação da Maçonaria Belga   514
Carta de um doutor em teologia da Universidade de Louvain a um estudante de direito da mesma universidade sobre a Maçonaria   515

5 Intervenção de Altos Eclesiásticos   517
O cardeal arcebispo de Malines e a questão maçônica (1777)   517
Proibição do príncipe-bispo de Hildesheim (1775)
Ação do Inquisidor de Avignon( 1775)   519
Recusa do bispo de Luçon (1776)   520
Hostilidade do bispo de Quimper (1776)   521
Defesa do arcebispo de Tours (1776)   524
Procedimento do inquisidor de Lima (1773-1777)   526

6 A Maçonaria em Nápoles na Época de Fernando IV   533
Descoberta de uma Loja no corpo de Cadetes   533
Correspondências de Carlos III com Fernando IV e com Tanucci   534
Maria Carolina e o embaixador em Turim Proteção à
Maçonaria pela rainha   535
Édito de proibição da Maçonaria (1775)   537
Reação dos maçons napolitanos   539

7 O Processo contra a Maçonaria de Nápoles   540
Tanucci obedece às ordens de Carlos III   540
Pallante e a Loja descoberta por ele   541
Intervenção do núncio em Nápoles   543
Impressão causada no rei de Espanha   544
Defesa do advogado Lioy   545
Memorial justificativo da conduta de Pallante   547

8 O Desfecho do Caso dos Franco-Maçons Napolitanos   549
A queda de Tanucci   549
Descoberta da farsa da Justiça   550
Liberdade dos maçons em julgamento   551
Fernando IV informa o rei da Espanha   552
A ação de Pallante é desmascarada   553
Procedimentos do embaixador em Paris em favor de Lioy   554
Decisão real definitiva     556


6 PANORAMA DO ÚLTIMO QUARTO DE SÉCULO

1  Presença da Maçonaria Estrangeira na Espanha     558
A Inquisição de Sevilha e a Maçonaria     558
Atividade do comissário de Cádiz     558

2 O Incidente de Aix-la-chapelle (1779)     563
Proibição da Maçonaria pelo magistrado da cidade Pregações de Quaresma antimaçônicas     563
Repercussão no Grande Oriente da França     565
Carta de um maçom prussiano     565

3 Dificuldades Encontradas pela Maçonaria     568
Causa inquisitorial em Manila (l 780)     568
A Inquisição de Veneza e a Maçonaria (1780)     568
Intervenção da rainha de Nápoles e de suas irmãs Maria Ana, Maria Antonieta e Maria Cristina 570
Proibição da Maçonaria em Berna e Genebra (1782), Mônaco (1784), Baviera (1784) e Bade (1785)    572
Incidentes em Rouen, Paris e Chambéry (1783-1787)     574
A Maçonaria no Império Austro-Húngaro de José II (1785-1786)     574

4 Diversos Aspectos Antimaçônicos da Inquisição     578
Descoberta de uma Loja pela Inquisição da
República de Veneza (1785)     "578
Processo da Inquisição do México contra o veneziano
Fabris (1785)     581
Papéis recolhidos na Espanha (1790)     588
Memorial endereçado ao secretário de Estado
da Sardenha (1790)     591
Controle da Inquisição romana (1790)     592

5 Alguns Processos Famosos     595
Processo em Roma do conde de Cagliostro e seus discípulos (1791)     595
Processo de Inquisição de Foligno contra Fontana (1792)     600
Precauções da Inquisição veneziana (1793)     602
Processo da Inquisição do México contra Burdales (1793-1794)     604
Processo da Inquisição do México contra Laussel (1794)     608

6 A Maçonaria nos últimos anos do século XVIII     613
A Maçonaria na imprensa de Paris (1796)     613
Relatórios da polícia francesa (1798)     614
Medidas adotadas pelo imperador da Alemanha, Francisco II; o rei da Sardenha, Victor Amadeu; e o imperador da Rússia, Paulo I (1794)     616
Frederico Guilherme III da Prússia e a Maçonaria (1798)     616
Lei do Parlamento da Inglaterra sobre as sociedades secretas (1799)     619


7  ALTITUDE DA MAÇONARIA EM RELAÇÃO A IGREJA

1 O sentido religioso da Maçonaria     621
Presença católica nas Lojas     621
Obrigação de um Venerável do século XVIII     622
Celebrações das Festas Patronais     623
Serviços fúnebres maçônicos     629

2 A Benemerência Maçônica     633
Ajuda por meio das instituições eclesiásticas     633
Repercussões benéficas dos acontecimentos da família real     634
Diversos aspectos da ação filantrópica     638
Participação nas obras de caridade paroquiais     640

3 O Clero Franco-Maçom     641
Presença do clero católico nas Lojas Maçônicas     641
O problema que se coloca     643
Eclesiásticos Veneráveis e fundadores de Lojas     643
Os padres maçons e a Revolução Francesa     651
Tentativa de explicação     656
Deveres em relação a Deus e à Religião     656
Deveres acerca do soberano e da pátria     :657

4 Catálogo do Clero Maçom do Século XVIII     659
A vida nas Lojas     659

Conclusão     667
Apêndice     673
Inventário geral alfabético dos membros do clero pertencentes às Lojas Maçónicas do século XVIII     684

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Editora Madras, 1ª Edição, 2010

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